

camera close em 3, 2, 1: cineclubistas reação!!!
Movimento Universitário Pró Cineclube Teresina
Projetos de alagados devem ser corretos
para liberação de recursos
06/05/2009 09:05
por Aline Moreira
Após o pronunciamento realizado no início da tarde desta terça-feira (5), no hangar do Governo do Estado, durante visita a Teresina, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou em entrevista coletiva à imprensa que agora é preciso esperar as águas baixarem para que os prejuízos sejam calculados. Ele orientou aos prefeitos das cidades atingidas pelas chuvas que apresentem soluções corretas para os problemas para que os recursos sejam liberados.
Para o presidente, as enchentes se dão por equívocos históricos nas administrações públicas, que insistiam em construir residências ou conjuntos habitacionais em locais de provável alagamento. “Isso acontece em várias regiões do Brasil. É preciso elaborar planos diretores para que os investimentos sejam feitos da forma correta”, ressaltou.
Lula disse que no momento a preocupação das autoridades deve estar voltada para três pontos: tirar as famílias das áreas de risco, cuidar da alimentação e cuidar da saúde. “Depois é esperar a água baixar para começar a trabalhar na reconstrução de estradas, de casas e evitar que os mesmos problemas se repitam nas próximas estações chuvosas”, salientou.
Na próxima semana, o governador Wellington Dias irá a Brasília para uma audiência com o presidente Lula e o ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, para discutir sobre investimentos para as áreas afetadas pelas chuvas no Piauí. O presidente lembrou que catástrofes naturais como estas são efeitos do aquecimento global. “Acho que o mundo inteiro está se dando conta de que o ser humano não pode mais continuar sem se importar com a natureza. Essa enchente e outros fenômenos são apenas reflexos desse caos na natureza”, finalizou.
Endereço da página:
http://www.piaui.pi.gov.br/materia.php?id=34912
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Prefeitura abre conta para doações aos alagados
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http://www.teresina.pi.gov.br/portalpmt/noticia.php?not_codigo=1104525
O Supremo Tribunal Federal (STF) derrubou hoje a Lei de Imprensa, uma das últimas legislações do tempo da ditadura que continuavam em vigor. Num julgamento histórico, sete dos 11 ministros da Corte decidiram tornar sem efeitos a totalidade da lei ao concluírem que ela, editada em 1967, era incompatível com a democracia e com a atual Constituição Federal. Eles consideraram que a Lei de Imprensa era inconstitucional.
Após a decisão, os juízes terão de se basear na Constituição e nos códigos Penal e Civil para decidir ações criminais e de indenização contra jornalistas. A Lei de Imprensa previa penas de detenção mais rigorosas para os jornalistas que cometiam os crimes de calúnia, injúria e difamação do que o Código Penal. O principal debate ocorreu por causa do direito de resposta. Para a maioria dos ministros, a prerrogativa está prevista na Constituição. Eles também observaram que há um projeto em tramitação no Congresso para regulamentar esse direito.
O presidente do STF, Gilmar Mendes, queria manter em vigor artigos da Lei de Imprensa que estabelece as regras para o requerimento e a concessão de direito de resposta. Para tentar convencer os seus colegas, ele chegou a citar o caso da Escola Base. Em 1994, vários veículos de comunicação divulgaram reportagens sobre suposto abuso sexual cometido contra crianças que estudavam na escola. No entanto, nada ficou comprovado. "Os veículos da mídia produziram manchetes sensacionalistas", lembrou Mendes.
Mas a maioria dos ministros entendeu que a lei deveria ser derrubada integralmente. "A liberdade de imprensa não se compraz com uma lei feita com a preocupação de restringi-la, de criar dificuldades ao exercício dessa instituição política", afirmou o ministro Carlos Alberto Menezes Direito.
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